quinta-feira, 2 de julho de 2009

Desejos proibidos 2.3 by Mister E Man

É difícil descrever o que passou pela minha cabeça no regresso a casa. Se a primeira vez no estacionamento tinha sido muito excitante por causa do perigo, o espaço envolvente e ter aquela sensação de poder e controlo das operações, desta vez foi tudo diferente. Não havia mais aquela máscara de “Chefe” e “Ms Victoria Secret”, apenas Pedro e Elisa, um homem e uma mulher que se encontraram para uns momentos de troca de prazer.
Ao chegar a casa ouço o toque de mensagem do telemóvel... Seria ela a mandar um beijo de boa noite?. Remetente: Filipa, mensagem: “Olá, não queres beber um copo esta noite? Tenho uma amiga que te quer conhecer...“ Filipa era uma amizade de longa data e a sua “amiga” já eu conhecia muito bem. A mensagem era igual a todas as outras, um código que na realidade queria dizer “O meu marido foi viajar em negócios, vem-me comer!”. Um convite destes é normalmente irrecusável se bem que desta vez acabei por declinar. Não me entendam mal, era uma mulher de negócios lindíssima, loira de olhos azuis, pacote completo e tudo no sítio, mas nessa noite não estava com disposição para perder duas horas a emaranhar cordas e usar acessórios de cabedal que não sabia muito bem para que serviam. Ela era adepta de bondage, gostava de ser humilhada e servir a um Senhor também. Foi com ela que me iniciei. Admito que teve a sua piada as primeiras vezes mas na última ocasião pediu-me para simular uma violação e isso já foi estranho demais.
Deitei-me na cama fria, encostei a cabeça na almofada tentando dormir mas os ecos daquela noite não me saíam da cabeça. Há muito tempo que não tinha um experiência assim tão intensa. Desde o meu divórcio que a Filipa e outras mulheres têm sido um escape para o sexo e tem sido óptimo, mas no final de contas o outro lado da cama continuava vazio...
No dia seguinte não estava com muito boa cara pois acho que dormi cerca de 20 minutos. Encontrámo-nos para um café na hora do almoço e Elisa virou-se para mim a certa altura e disse:

- Olha Pedro, tenho uma coisa a propor-te.
Permaneci em silêncio na expectativa...
- Gostava de ser a tua SENHORA da próxima vez... Se quiseres, claro.
“Ok, mais um jogo...” pensei. Faço uma pausa e por fim prossigo:
- Quando?
- Quando quiseres.
- Está bem.
- Estás bem? Passa-se alguma coisa?
- Estou cansado…



Os dias foram passando, encontrávamo-nos ocasionalmente para um café na hora do almoço e contactávamo-nos por telefone quase diariamente. Começámos a nos conhecer, a falar sobre tudo, ela mostrou-me uma foto da sua filhota linda e falou-me do seu marido e como lhe custava a sua ausência. Apesar de tudo, amava-o. Até ao dia em que...

- Pedro, lembras- te daquela proposta que te fiz?
- Sim, claro, como me poderia esquecer?
- Está aqui neste papel a minha morada e o dia e a hora que te quero lá.
O autoritarismo da sua voz foi um indício de que o jogo já tinha começado.
- Está bem. A menina manda.
- Sim, desta vez é a minha vez de mandar.
- Posso só pedir uma coisa? – perguntei-lhe com um sorriso.
- Depende... diz lá.
- Não me marques muito, está bem?
- Está descansado, eu costumo cuidar muito bem dos meus brinquedos.

Soltei uma gargalhada discreta e acedi ao pedido de não mais falarmos até ao dia do encontro. Na verdade nunca pensei que estivesse a falar a sério mas como nunca mais mandou uma mensagem sequer, também não dei parte de fraco e contive-me. Já me estava a habituar à sua companhia e a amizade começou a florescer.
Chegou finalmente o dia e a ansiedade em saber o que me esperava tomou conta de mim. Cheguei cedo, fui tomar um café para queimar tempo, acendia o cigarro com a beata do anterior até que chegou a hora e me dirigi à porta. Elisa abriu a porta vestida unicamente com um robe. “Isto começa bem” pensei enquanto entrava e logo ali começámos a nos beijar. Ela tomou a minha mão e levou-me até à sala. Ia dizer que tinha saudades dos nossos cafés mas ela colou os seus lábios aos meus novamente e sussurrou-me ao ouvido:

- xiuuuuu, não digas nada... Hoje és meu, não podes falar... Ou melhor, se em algum momento quiseres desistir e parar, a tua palavra de segurança é melão... Basta dizeres e eu páro tudo, está bem?

Aceitei as condições sem dizer uma única palavra. Daí em diante a minha boca tinha um único propósito... Beijar. O aroma de flores frescas, velas de cheiro e da lareira acesa perfumavam a sala e som suave da voz inconfundível de Sade tornavam o ambiente muito sensual. Confesso as saudades que tinha de um pouco de romance na minha vida. Nos últimos tempos o sexo ocasional e sem compromisso tinha-se tornado uma constante. As mensagens por código, os jogos e brincadeiras, o “Veste-te rápido que ele está quase a chegar”, até já tratava os empregados dos motéis pelo nome...
Começámos a dançar e trocávamos beijos como em câmara-lenta. A delicada seda do seu robe permitia sentir todas as formas do seu corpo, à medida que as minhas mãos vagueiam pela sua extensão. Ela começou a me despir lentamente e recusou-se a que eu fizesse o mesmo. “Ok, como queiras...” pensei. Um a um os botões da camisa foram desabotoados enquanto os seus lábios percorriam o meu peito, abdómen, umbigo... Quando as calças caíram ao chão, senti a sua respiração quente no meu membro que já dava sinais de querer ser engolido. Fechei os olhos esperando sentir aquela boca húmida uma vez mais... mas não! Levantou-se e indicou-me a cadeira para me sentar. Sentou-se no meu colo e esfregando os nossos sexos, começou num vai e vem que eu auxiliei com as minhas mãos naquelas nádegas generosas. Mesmo com os boxers vestidos, sentia como estava molhada. Com o beijar dos seios vieram os primeiros gemidos e ela surrateiramente encaminhou os meus braços para o lado e prendeu-me os meus pulsos com algemas que tinha escondidas na cadeira. A expressão de surpresa no meu rosto deve ter sido bastante evidente, pelo que Elisa me perguntou:

- Pedro, confias em mim?

Colocou-me uma venda nos olhos, beijou-me uma vez mais e afastou-se por um pouco. Esperei com ansiedade pelo que aí vinha. Já estava bastante excitado mas o compasso de espera era uma doce tortura. Senti novamente o meu corpo a ser tocado ao de leve, com a ponta dos dedos. Na minha boca soprou um hálito flamejante por segundos antes de sentir uns lábios doces e meigos a colidirem com os meus. Sim, uns lábios... O beijo que se seguiu resumiu o tempo a uma mera insignificância e fez abrandar o meu coração até quase parar por completo. A música deixou de tocar, o fogo da lareira apagou e juro que aquele beijo me pareceu durar uma pequena eternidade. Só quando ela descolou os seus lábios dos meus consegui voltar a respirar e aí o coração disparou como se tivesse levado uma injecção de adrenalina. Não me peçam descrições, há sensações às quais as palavras não fazem justiça. Logo ali percebi que não estávamos sozinhos.... Era esta a surpresa que a minha doce Elisa tinha preparado para mim, um encontro a três. Curiosamente era uma experiência que há muito ansiava mas que nunca se tinha proporcionado. Ela sentou-se ao meu colo e senti pela primeira vez o seu corpo quente e a sua pele encostada à minha. Aquele longo beijo só me deu ainda mais fome. Queria explorar aquele corpo estranho mesmo às cegas mas as malditas algemas impediam-me. Tive que o fazer como podia... com a boca... com a língua. Comecei pelo queixo descendo cada vez mais até encontrar os mamilos já rijos de excitação, enquanto agora as duas beijavam e acariciavam-me o pescoço, brincavam com o lóbulo das minhas orelhas, descendo pelo peito, beijando e lambendo cada centímetro. Senti finalmente o meu membro livre de restrições e completamente erecto. Elisa retirou-me a venda e disse:

- Chefe energético, feche a boca. Apresento-lhe a minha amiga Xana.

Levou alguns segundos para os meus olhos se habituarem novamente à luz mas o meu olhar percorreu todo aquele corpo dos pés à cabeça... e que corpo! As pernas e as coxas bem delineadas, um rabo delicioso, uns seios perfeitos, uma pele clara como um anjo, cabelos escuros e compridos, lábios rosados e desenhados com mestria e uns olhos verdes que me hipnotizaram desde o primeiro instante. Um corpo de mulher coroado com um meigo sorriso de menina...
Xana... A famosa Xana! Por momentos esqueci o combinado e ia balbuciar qualquer coisa mas não saía nada… Fecho a boca e engulo em seco. Xana beijou-me novamente e uma vez mais deixou-me sem fôlego.

- Prazer em conhecê-lo! – sussurrou-me ao ouvido.

Não conseguia esboçar uma reacção ou juntar umas sílabas e formar uma palavra sequer, mesmo que tal me fosse autorizado.
Começaram as duas a se beijar e acariciar os corpos uma da outra, ignorando-me por completo. Elisa começou a descer, a apertar-lhe os seios e chupar-lhe os mamilos enquanto Xana continuava a me hipnotizar com o seu olhar esmeralda. As duas deitaram-se à minha frente embrulhadas em beijos e de corpos entrelaçados. Elisa foi direitinha à vulva da Xana começando por lambê-la e depois introduzindo os dedos para os saborear languidamente enquanto me lançava um olhar de puro deleite, aguçando ainda mais o meu apetite. Hhhhhmmmm, como eu queria sentir o gosto daquela nova fêmea na minha boca… Fê-la gozar num instante e passado uns segundos, levantaram-se e dirigiram-se a mim:

- Xana, vamos brincar com o nosso brinquedo?
- Sim, Elisa…

Começaram a cobrir o meu corpo de beijos e dentadinhas meigas de alto a baixo… rosto, pescoço, peito, mamilos, verilhas, testículos e por fim o meu pau já todo babado… Ambas se deliciaram com o sabor da minha lubrificação e ora lambiam-no simultaneamente, ora mamavam-no alternadamente.
Elisa quis novamente colocar-se por cima de mim mas desta vez sem qualquer roupa que impedisse a minha entrada no seu corpo. Xana alçou uma perna e colocou a sua ratinha mesmo à altura da minha boca para que pudesse finalmente provar o seu doce mel. Os gemidos das duas começavam a subir de tom e quando uma das minhas mãos ficou liberta pude finalmente largar uma valente palmada nas nádegas da Elisa, o que a fez gozar logo ali.
Era finalmente a vez da Xana montar em mim. Agora já com as mãos totalmente libertas, podia finalmente explorar todo o seu corpo… Tinha uma pele suave como seda e com o corpo suado por completo, as minhas mãos escorregavam da sua cintura, das suas nádegas e dos seus seios. Estimulava o seu clítoris e levava os dedos à sua boca, dando-lhe a provar o doce sabor que o seu próprio corpo produzia. Isso dá-me um tesão incrível. Não tardou a que gozasse também, culminando num estrondoso SIIIMMMMMM que provocou reverberações pelos nossos corpos em uníssono.
Mas ainda assim, eu não tinha ainda atingido o meu orgasmo e a Elisa prontificou-se a me ajudar colocando-se de quatro, como uma fêmea no cio que espera pelo seu macho! Não perdi tempo e num gesto algo brusco, enterrei-o todo bem fundo do seu corpo! O seu grito apenas serviu para atenuar um pouquinho as seguintes estocadas. Imobilizei seus braços atrás das costas e sem uma réstia de meiguice ou carinho, fodi-a com toda a tesão que tinha, de forma a que os meus testículos ao balançarem, tilintassem no seu clítoris fazendo-a chegar novamente ao clímax. Com a Xana por baixo, aproveitei para meter ora numa, ora noutra e quando gozei finalmente, lambuzei os seus corpos com todo o meu leite espesso… Quase perdi os sentidos, tal fora a intensidade daquele orgasmo…
Deitámo-nos, eu no meio e as duas aninharam-se no meu peito. Pelo menos hoje os dois lados da cama não estavam vazios... Antes de adormecer-mos, virei-me para aquela Deusa de olhos verdes e disse-lhe:

- Xana, que PRAZER que foi conhecer-te!

Silêncio... Escuridão total... Sabem aquela sensação de leveza, de falta da força de gravidade que por vezes sentíamos nos sonhos de criança em que tínhamos o poder de voar? Não aqueles em que caíamos de um precipício... Voar mesmo? Era essa sensação há tanto esquecida ou adormecida que inundava o meu corpo naquele momento... Ao longe, muito baixinho ouvia aquela música de um filme do Fred Astaire que não me recordo o nome... Aquela: “Heaven, I’m in heaven and my heart beats so that I can hardly speak...” e com alguma relutância abri lentamente os olhos e... Estava lá! No paraíso! Ou pelo menos acho que era... O vento acariciava-me o rosto e à minha frente nada mais que o céu aberto, nuvens brancas a perder de vista e eu!... estático... a pairar no ar a kms do chão.
“Epá, já vi este anúncio” pensei eu.
– Ok, controla-te Pedro! Só há duas hipóteses: ou estás a sonhar, ou... morreste! Tudo bem que aquelas duas deusas te tenham levado à exaustão mas daí a te provocarem um ataque cardíaco, vai lá vai! Tu és um gajo novo, pá! Nahhhh, só pode ser um sonho, dahhh! Mas se isto é um sonho, então quer dizer que podes fazer o que quiseres...
E nesse momento, um sorriso rasgado brotou nos meus lábios. Há anos que não sonhava, ou pelo menos não me recordo de isso acontecer. Parecia um puto outra vez com aquela sensação de euforia, liberdade e leveza de espírito típica desses sonhos.
Qual pássaro, qual avião, qual super-homem, era eu... e estava a voar! Trespassava as nuvens como uma seta a uma velocidade estonteante. Woooooohooooo, que saudades! Resolvi descer um pouco mais e vislumbrei o vasto e intenso azul do oceano, continuei a descer até os meus dedos tocarem na água. Subi a enorme encosta escarpada que separava a terra e o mar... Fazia razias pelas copas das árvores e campos verdejantes.
Já não ouvia a tal música, mas um som abafado começava a tomar forma... Estava cada vez mais perto pois o som estava cada vez mais definido, pareciam... gemidos!

Pousei e aproximei-me muito discretamente. À minha frente estavam dois corpos femininos entrelaçados como um só. Eram elas, a Elisa e a Xana completamente nuas com a pele dourada do sol, bem no meio de um campo de papoilas de uma beleza de cortar a respiração. As duas deitadas de costas uma frente a outra, esfregavam os seus sexos suavemente num compasso lento. Elisa segurava os seus seios com firmeza, mas ao mesmo tempo com a delicadeza de quem apalpa uma fruta madura e suculenta. Já a Xana estimulava os seus mamilos com a ponta dos dedos, levando-os por vezes à boca para os humedecer. Os seus gemidos de prazer eram como um chamamento para mim...
A dado momento, Xana coloca-se por cima de Elisa e com as coxas em contacto directo com os seus clitóris, roçavam-se num doce vai-e-vem enquanto as suas bocas sedentas de prazer, se uniam num caloroso beijo. As mãos de Elisa percorriam todo o corpo de Xana, apalpando os seus seios, afagando os seus cabelos delicadamente, ora agarrando-os com firmeza quando arranhava levemente as suas costas, num gesto que já me era familiar. Com o arrepio, Xana vira-se para trás e fixamos o olhar um no outro. Os seus olhos transbordavam luxúria... desejo... prazer! E numa voz rouca e lasciva, diz-me:
- Vem, meu doce! Quero-te... Quero-te dentro de mim! – ao mesmo tempo que empinava o seu rabinho e as mãos da Elisa afastavam as nádegas, dando-me uma visão privilegiada dos seus lábios carnudos e do seu botão-de-rosa.
Todo o meu corpo estremeceu com aquela visão divinal. Aproximei-me do seu pescoço para o beijar e o doce perfume dos seus longos cabelos castanhos impregnou-se no meu ser... Com as pontas dos dedos comecei a subir pelas suas coxas em câmara-lenta, enquanto a minha língua brincava com o lóbulo da sua orelha... Os seus gemidos eram cada vez mais altos... cheguei às suas nádegas e iniciei a exploração da sua zona erógena... os lábios ensopados... o grelinho inchado e hiper sensível... e o ânus... bastou um leve toque para que os gemidos dessem lugar a gritos de prazer tão altos que... Acordei!!!
Abro os olhos e vejo um tecto...
- AAAAAaaaarrrrrrrrrggggghhh!!! – pensei com os meus botões (não que os tivesse naquele momento). – Porquê agora???
Mas algo de estranho se passava... Continuava a ouvir aqueles gemidos como no sonho... Olhei para um lado e dei pela falta de calor humano... Olhei para o outro e vi a Elisa em cima da Xana num 69 apetitoso. A língua marota dela deliciava-se em suaves movimentos com os sucos vaginais de Xana. Lambia aqueles lábios fartos, chupava-lhe o grelinho alternando com umas dentadinhas delicadas, enquanto dois dos seus dedos exploravam o interior daquela gruta lubrificada de tanto querer... E gemiam... gemiam muito.... Estava encontrada a razão do meu despertar e que óptima razão ;)
- Isto ainda é melhor que o sonho – pensei eu.

Mas em vez de me juntar à festa, optei por apreciar de longe aquelas duas deusas a devorarem-se uma a outra. Não sei porquê mas a visão das duas fémeas com o cio, completamente fora do controlo e levadas ao extremo do desejo parecia que me tinha hipnotizado. Não me conseguia mexer, mesmo que o quisesse. Assumi o meu papel de vouyer e fiquei estático durante largos minutos, fascinado com tamanha beleza. As duas eram tentadoras, cada uma à sua maneira. Elisa despertou em mim o instinto animal de procriação, desde que a vi pela primeira vez. Tudo naquela mulher provocava desejo carnal... os lábios carnudos e suculentos... os seios fartos e desejáveis... um rabo majestoso... e o olhar... provocante... sedutor... aquele olhar era capaz de derreter qualquer um... Já a Xana era como uma peça de cristal delicada que temos receio de tocar para não correr o risco de partir... linda de morrer... olhar doce e meigo... um jeitinho de menina travessa coroado com um sorriso ternurento numa boca que só apetece beijar. Quase nem respirava só para que não dessem pela minha presença e apreciava cada centímetro daquela paisagem de montes e vales, cada gemido, cada suspiro, cada som de palmadinha no rabo...

Involuntariamente, acabei por suspirar também, o que fez com que Elisa olhasse na minha direcção. Fechei os olhos, tentando disfarçar, mas o volume massivo por baixo dos lençóis acabou por me denunciar...

- Oh Xana, parece que temos um vouyer, ha ha ha! O menino não sabe que é feio andar a espiar duas moças respeitáveis? – e começam as duas a dirigir-se a mim de gatas, muito lentamente, trocando sorrisos maliciosos. Levantaram o lençol que me cobria e puseram a descoberto o meu pénis duro, palpitante, com as veias salientes e já todo babado. Ambas se debruçam para degustar aquele líquido incolor que antecipa o climax do prazer. As suas línguas percorriam toda a extensão do meu pau, desde a base até à glande, entrelaçando-se no final. Entreguei-me por completo às duas e fechei os olhos. Nem sei quem meteu o quê na boca mas a sensação de sucção da glande e dos testículos simultaneamente estava a levar-me ao delírio. Eu arfava e urrava de prazer, estava em quase no ponto da explosão... Eis que Elisa diz que não aguenta mais, quer sentir-me dentro dela novamente. Alça uma perna de maneira a colocar-se por cima de mim e introduz o meu membro todo lambuzado na sua vulva esfomeada, iniciando uma cavalgada estupenda. Digo à Xana para se sentar no meu rosto de maneira a que pudesse fazer-lhe um oral, como tanto gosto. Dada a posição em que estávamos, as duas trocavam beijos molhados e entrelaçavam as línguas freneticamente. Elisa apoiou-se nos ombros de Xana e posicionou-se de cócoras para assim ter mais liberdade de movimentos... ela gostava de um pouco mais de “vigor”. Eu deliciava-me com o doce mel que fluía do interior da Xana. Abocanhava todo o seu sexo de modo a nada ficar de fora, chupava-o, massajava o seu clítoris com a minha língua em movimentos circulares ou introduzia-a pelo seu canal vaginal. Decido estimular o seu grelinho com os dedos e explorar outra zona erógena, aquele delicioso botão-de-rosa... Ela afastou as nádegas ao máximo e gemeu ainda mais, num puro sinal de que estava a gostar... e muito! Lambi e chupei tanto aquela entrada proibida que a dado momento o esfíncter começou a relaxar um pouco mais, até que por fim era o seu ânus que massajava a minha língua, demonstrando uma mestria incomparável. Habilmente, introduzi um dedinho na sua ratinha... depois outro... e sem grande dificuldade encontrei aquela protuberância rugosa no interior do seu canal, o seu ponto G. Ela aproveitou para estimular o seu clítoris, o que em pouco tempo provocou uma reacção em cadeia. A Xana começou a gemer alto, todo o seu corpo se contorcia, as pernas ficaram bambas e tremiam como varas verdes... os gemidos deram azo a gritos de prazer e uma vaga de calor espalhou-se por todo o seu corpo... Vinham como ondas de prazer... uma série de pequenos orgasmos que aumentavam de intensidade, tornando o simples acto de respirar uma tarefa colossal e que culminaram com um grande, intenso e deleitoso orgasmo!!! Por fim, uma autêntica enchorrada de fluidos desceu do calor do seu ventre e inundou todo o meu rosto...
Ouvi-la excitou-me ainda mais e quase instantaneamente percebi que era a minha vez de gozar. Parecia que todos os músculos do meu corpo se contraíram e, enquanto metia forte na Elisa com ainda mais tesão, recheei aquela cavidade com todo o meu leite, toda a minha paixão... Os espasmos do meu corpo e do meu pau duro e latejante, os meus sonoros gemidos de prazer e a expressão de puro deleite estampada no rosto de olhos revirados da Xana, fizeram com que também a Elisa tivesse a sua merecida recompensa...
Deitámo-nos os três, ofegantes, sem dizer uma única palavra, apenas tentando guardar rapidamente esta memória no cofre com medo de esquecer o mínimo detalhe.
Agora sim, podíamos dormir...

Escrito por Mister E Man

6 comentários:

  1. Ainda bem que a cama era grande, noite brutal :)

    ResponderEliminar
  2. Muito bom, vese que foi um dia em cheio
    Vou seguir teu blog, segue tambem o meu

    ResponderEliminar
  3. Que descrição tão excitante!
    Agora sou obrigado a ter de ir ali fazer uma certa coisa...

    Voltarei aqui...

    ResponderEliminar